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A história das frutas

Tem sabores que moram na memória. Basta um gole de suco de maracujá, uma colherada de açaí ou o cheiro de uma manga madura para alguém, a milhares de quilômetros de casa, voltar no tempo: a cozinha da avó, a feira de domingo, a fruta comida no pé, com a mão melada.

Quem vive longe do seu país conhece essa saudade. Na Europa, muitas frutas tropicais simplesmente não crescem, e encontrar uma goiaba, um cupuaçu ou uma graviola de verdade vira quase um reencontro. Não é só sabor: é pertencimento, é lembrar de onde a gente veio.

A Samba Fruit nasceu para encurtar essa distância. Buscamos as frutas tropicais que o continente europeu não tem, e também os sabores dos países nórdicos que pouca gente conhece, e levamos o melhor da polpa e da fruta, com o frescor de quem acabou de colher, para a mesa de quem sente falta e de quem ainda vai descobrir.

Cesta com frutas tropicais: abacaxi, manga, graviola, coco, pitaia, acerola, caju e carambola

Qual a importância da fruta na sua vida?

A seleção

Tudo começa na escolha. A fruta é colhida no ponto certo de maturação, nem verde nem passada, e separada à mão: ficam só as que têm a cor, o aroma e a firmeza certos. Depois vêm a limpeza, o corte e o processamento da polpa, feito logo depois da colheita para preservar o sabor de fruta fresca. É nessa etapa que se decide a qualidade de tudo o que vem depois.

O trajeto

Entre o campo e a Europa, os maiores inimigos da fruta são o tempo e a temperatura. Por isso a polpa é congelada rapidamente e viaja em cadeia de frio, sem interrupções, do armazém ao contêiner refrigerado e do porto ao distribuidor. Cada lote segue com a documentação de origem e a ficha técnica, e cada etapa é acompanhada para que nada chegue fora do padrão.

Na sua mesa

No fim do caminho, todo esse cuidado vira algo simples: abrir a embalagem e encontrar o sabor de uma fruta que acabou de ser colhida. Na sua mesa, a fruta é afeto. É o suco da manhã, a sobremesa de domingo, o jeito mais simples de viajar sem sair de casa. Quando o processo é bem feito, ninguém pensa nele; só sente que aquele momento ficou melhor.

Sabores que atravessaram o mundo

Frutas de todos os cantos do mundo e o caminho que fazem até a sua mesa.

  1. Açaí Origem: Amazônia, Brasil

    Açaí

    Oxida poucas horas depois da colheita: só chega à Europa como polpa congelada.

  2. Caju Origem: Brasil · hoje África e Índia

    Caju

    Nativo do Nordeste brasileiro, foi levado pelos portugueses à África e à Índia, hoje os maiores produtores da castanha. A parte suculenta é frágil demais para viajar fresca.

  3. Maracujá Origem: Brasil

    Maracujá

    O Brasil é o maior produtor do mundo; a polpa congelada guarda a acidez que a confeitaria procura.

  4. Manga Origem: Índia

    Manga

    Domesticada na Índia há milênios; hoje também vem do Brasil, que colhe o ano inteiro.

  5. Abacaxi Origem: América do Sul

    Abacaxi

    Não aguenta geada: na Europa só cresce em estufa, como nos Açores.

  6. Goiaba Origem: América tropical

    Goiaba

    Perecível e muito aromática; vira suco, doce e goiabada.

  7. Pitaia Origem: América Central

    Pitaia

    Fruto de um cacto; hoje o Vietnã é um dos maiores exportadores do mundo.

  8. Mirtilo silvestre Origem: Países nórdicos

    Mirtilo silvestre

    Nas florestas da Escandinávia é colhido à mão no verão e congelado para durar o ano todo.

  9. Kiwi Origem: China

    Kiwi

    Nativo da China, ficou famoso na Nova Zelândia, que lhe deu o nome atual.

  10. Romã Origem: Irã e Ásia Central

    Romã

    Cultivada há milênios do Oriente Médio ao Mediterrâneo; os grãos dão cor a saladas e sobremesas.

Houve um tempo em que provar uma fruta nova custava meses de mar.

Navegadores cruzaram oceanos sem saber o que iam encontrar e voltaram com sabores que mudaram a mesa da Europa. Percorra a rota e viaje com eles.

O abacaxi

1493 · Caribe

O abacaxi

Na sua segunda viagem, Colombo encontra na ilha de Guadalupe uma fruta doce e perfumada como nada na Europa. O abacaxi fica tão raro e desejado que vira símbolo de luxo na mesa dos reis.